Quando o assunto é automação, três nomes sempre aparecem: Zapier, Make e n8n. Os três conectam sistemas e automatizam tarefas, mas atendem perfis diferentes. Aqui vai uma comparação sem enrolação.
Zapier — o mais simples
É o mais fácil de começar e tem integração com quase tudo. O problema aparece na escala: a cobrança por tarefa encarece rápido conforme o volume cresce. Ótimo para quem quer simplicidade e tem poucos fluxos.
Make — o meio-termo
Mais visual e geralmente mais barato que o Zapier para volumes maiores. Permite fluxos mais elaborados. Bom equilíbrio entre facilidade e custo, ainda como serviço fechado (você depende da plataforma).
n8n — o mais poderoso e econômico em escala
É open-source e pode rodar no seu próprio servidor. Isso significa custo por infraestrutura, não por tarefa — imbatível em volume — e controle total dos seus dados. Em troca, exige configuração e alguém técnico para manter. É a escolha quando você quer poder, economia em escala e privacidade.
Como decidir
Pense em quatro perguntas:
- Volume: poucas automações simples? Zapier/Make resolvem. Muito volume? n8n economiza muito.
- Orçamento: quer evitar mensalidade que cresce com o uso? n8n.
- Complexidade: fluxos com muitas etapas e lógica? Make ou n8n.
- Dados sensíveis: precisa que tudo fique no seu servidor? n8n.
Conclusão
Não existe "melhor" — existe o certo para o seu momento. Empresas pequenas começam bem com Zapier/Make; quando o volume cresce ou os dados são sensíveis, o n8n costuma pagar a conta com folga.
Na OnSpace trabalhamos principalmente com n8n em servidor próprio, justamente pelo custo e controle. Quer ajuda para escolher e montar? Fale comigo.